Rede Fetal Brasileira

Corioangioma placentário


É um tumor geralmente benigno que cresce na placenta “disputando” com o feto pelo suprimento sanguíneo. Em algumas situações, ele pode apresentar um crescimento muito rápido, podendo levar a um edema generalizado do feto por sobrecarga do seu coração, pois ele passa a “bombear” sangue para si e para o tumor. A fetoscopia com laser, que coagula os vasos que alimentam o tumor, pode fazer o seu crescimento cessar, poupando o bebê.

 

A malformação ocorre entre 1 : 9.000 a 1 : 50.000 gestações. O diagnóstico pode ser realizado através de ultrassonografia morfológica do segundo trimestre.

 

O corioangioma é identificado através da ultrassonografia quando se evidencia massa placentária predominantemente vascular (áreas anecóides), com fluxo no seu interior.

 

Os tumores grandes (acima 4,0 a 5,0 cm) podem levar a polidrâmnia, anemia, insuficiência cardíaca, hidropisia fetal e ao crescimento intra-uterino restrito.

 

A intervenção fetal está indicada quando ocorrem sinais de insuficiência cardíaca congestiva no feto. O objetivo é fazer cessar o fluxo sanguíneo dentro do tumor através da coagulação dos vasos placentários que o irrigam através da fetoscopia. A amniodrenagem quando ocorre polidrâmnio isolado e a transfusão intravascular na presença de anemia fetal, também podem ser indicadas isoladamente.

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